Ele, Abílio Diniz! Novos Caminhos, Novas Escolhas!

Ablio Diniz

“De tudo o que já fiz e continuo a fazer, procurei sempre extrair e acumular conhecimentos e experiências que pudessem me transformar para melhor como empresário e como ser humano”. (Novos caminhos, novas escolhas, Abilio Diniz)

Para quem está no rumo do empreendedorismo e busca o sucesso como resultado, o livro Novos caminhos, novas escolhas, de Abilio Diniz será seu novo livro de cabeceira, proporcionando uma ótima leitura de superação e realizações, mostrando novas perspectivas para o mundo empreendedor.

No livro, Abilio narra pela primeira vez suas lutas recentes e os novos caminhos que descobriu nos últimos anos. Para quem não conhece, Abilio Diniz é o empreendedor que criou a maior rede varejista brasileira, o Grupo Pão de Açúcar, enfrentou crises pessoais e profissionais, foi sequestrado, e, no momento certo, deu a volta por cima. Diniz está sempre inovando e se aperfeiçoando. Não só no trabalho, mas como faz tudo em sua vida em suas rotinas diárias, como esportes, alimentação, etc. tendo como base autoconhecimento e equilíbrio. Novos caminhos, novas escolhas é um livro inspirador que nos mostra a genialidade de um dos maiores empresários do Brasil, veja algumas das lições que Abílio pontua abaixo.

Transforme-se sempre

“Em 2004, publiquei o livro “Caminhos e escolhas”. Na época, tinha certeza de que jamais escreveria outro, por mais que muitas pessoas insistissem. Eu achava que não teria mais tantas experiências marcantes nem tantas transformações pessoais a ponto de escrever um novo livro. Mas posso afirmar que foi de lá para cá que passei os melhores anos da minha vida. Em pouco mais de dez anos, vivi e aprendi muita coisa, amadureci e dei mais consistência às ideias que já estavam esboçadas no meu primeiro livro”.

Reflita sobre seus valores

Abilio Diniz afirma que nos últimos anos, refletiu muito sobre o que o move, “as ideias e os ideais que me levaram a uma vida melhor, a uma vida mais feliz”. “Quero dizer, o que tem me levado adiante depois de tudo o que aconteceu no meu caminho? Onde estão os limites dessa estrada por onde me conduzo?”. Inicialmente, ele dizia que era guiado por quatro valores: humildade; determinação e garra; disciplina; equilíbrio emocional. “Em determinado momento, no entanto, comecei a pensar: Será que eles englobam tudo? Depois de refletir muito, decidi acrescentar outros dois valores, que sempre estiveram comigo: honestidade e ética.”

Abilio conta, inclusive, que reconhecer esses valores tornou menos difícil deixar o Pão de Açúcar.  Na época, ele diz que se perguntou o que era o Pão de Açúcar, e a chegou à conclusão de que a empresa só cresceu daquela forma “porque dentro dela existia uma cultura e existiam valores, e isso era meu, pertenciam ao meu DNA, ao DNA da família Diniz. Essa cultura, esses valores, esse DNA, não iriam ficar presos ao Pão de Açúcar, eles iriam junto comigo para onde quer que eu fosse. Quando equacionei essa questão, as coisas passaram a ser mais simples. Não eram nada fáceis, mas se tornaram mais simples. Passei a participar do processo todo com mais tranquilidade e a olhar o futuro com otimismo.”

Não tenha medo da velhice

“Não tenho medo da idade nem da velhice. As pessoas precisam aprender a tirar proveito disso. Em vez de reclamar, deveriam valorizar o fato de que, quanto mais se vive, mais se acumula conhecimento e sabedoria. Se você conseguir conciliar uma mente saudável com um corpo saudável, ou seja, uma mente ágil e repleta de conhecimento com um corpo que conserve resistência e agilidade, certamente vai passar pelos melhores anos de sua vida.”

Trabalhe muito

“Trabalhei durissimamente desde a juventude para ajudar a construir a maior rede de supermercados do país (acredito que poucas pessoas no mundo tenham o número de horas de visita a supermercados e pontos de varejo que eu tenho). Por um período, tive desentendimentos com os meus irmãos, a empresa foi à lona e quase quebrou, sofri um sequestro que me marcou por muito tempo… Aos poucos, fui refazendo minha vida e reergui a rede de supermercados. Quando ela estava maior do que nunca e eu ainda bastante motivado para continuar a administrá-la, tive de passar a empresa adiante”.

Tire o melhor de situações ruins

Abilio conta com detalhes a disputa com o grupo Casino. Ele diz que “foi um momento de muito sofrimento, mas também de muito aprendizado. Muitas coisas que não sabia, tive que aprender, como ficar mais esperto, acreditar menos e desconfiar mais. Ao final desse longo processo, consegui sair com minha integridade, dignidade e liberdade intactas, assegurando que não haveria cláusula de non compete, ou seja, que me impedisse de trabalhar em empresas de varejo. Isso sempre foi um ponto muito importante para mim”

Saiba se reconstruir

Quando foi convidado a se tornar sócio da BRF e a assumir a presidência do Conselho de Administração da empresa, Abilio conta que ficou em dúvida se conseguiria ir para outro ramo diferente do varejo.  “Eu sempre estive do outro lado do balcão, sempre fui um varejista, um homem da distribuição, na ponta da cadeia e encostado no consumidor. Como é que agora eu iria passar para o lado da indústria?”, escreve. Contudo, ele diz ter se lembrado do que sempre fala a seus alunos: que todas as empresas são, essencialmente, iguais. “Com a cabeça feita, passei a estudar profundamente os dados da BRF com um pequeno time da Península. Quanto mais estudávamos, mais acreditava que aquele era um ótimo e estimulante projeto — era uma empresa grande, e com grande capacidade de crescimento. Eu não tinha mais dúvidas”. A partir daí, o empresário vendeu suas ações ordinárias do Pão de Açúcar, que podiam ser negociadas no mercado, e comprou ações da BRF.

Tenha paciência, e não perca contatos importantes

“Chegar a esse ponto em que cheguei é resultado de muito trabalho e de muita paciência. A paciência sempre foi uma coisa escassa em mim. Nunca tive muita; gosto das coisas acontecendo com rapidez. Mas isso foi algo que cultivei ao longo do tempo. Mesmo depois de a fusão entre o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Carrefour não ter dado certo, eu não perdi contato com os acionistas nem com a diretoria. Quando o Georges Plassat, hoje CEO do Carrefour, assumiu a companhia, em 2012, imediatamente estabeleci contato com ele. Os contatos se estreitaram ainda mais quando eu saí do GPA, em 2013, e fomos levando isso aos poucos, subindo degrau por degrau, construindo tijolinho por tijolinho, até chegarmos a esse ponto de agora”

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Fonte: Época Negócios



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